sábado, 12 de janeiro de 2019




Líder oposicionista convocou mobilização para 23 de janeiro. Secretário-geral da OEA prontamente o chamou de 'presidente interino' no Twitter. 'Brincadeira e escárnio', minimizou Maduro.

Diversos fatos contribuíram para a atual crise política, econômica e social venezuelana, agravada esta semana com a recusa de diversos países em reconhecer a legitimidade do segundo mandato presidencial de Nicolás Maduro.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Alckmin chama Paulo Guedes de "banqueiro milionário" e compara Bolsonaro e PT ao chavismo

Pressionado por aliados a adotar tom mais agressivo, tucano parte para o ataque em momento delicado para sua campanha

CLIQUE NO SEGUINTE LINK:

https://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/7625527/alckmin-chama-paulo-guedes-de-banqueiro-milionario-e-compara-bolsonaro-e-pt-ao-chavismo

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Maduro apresenta orçamento da Venezuela, ignorando Parlamento


Ele não apresentou texto para aprovação, como determina a Constituição.
Presidente pediu 'apoio do povo e das ruas' em ato com militantes.

Da France Presse
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, discursa no Dia Nacional da Resistência Indígena, em Caracas, na quarta (12) (Foto: O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, discursa no Dia Nacional da Resistência Indígena, em Caracas, na quarta (12) Miraflores Palace/Handout via Reuters)O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, discursa no Dia Nacional da Resistência Indígena, em Caracas, na quarta (12) (Foto: O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, discursa no Dia Nacional da Resistência Indígena, em Caracas, na quarta (12) Miraflores Palace/Handout via Reuters)
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, apresentou o orçamento nacional para 2017, nesta sexta-feira (14), ignorando o Parlamento de maioria opositora - Poder ao qual cabe aprovar o texto, como determina a Constituição.
"Aqui estão o orçamento de 2017 e a Lei de Endividamento (...). Cumpra-se. Peço o apoio do povo, da união cívico-militar, das ruas", afirmou Maduro, em um ato na presença de centenas de militantes chavistas nos arredores do Panteão Nacional, em Caracas.
Maduro sancionou o documento, após ler trechos de uma sentença do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), que o autorizou a estabelecer as contas que vão reger a administração econômica e financeira do Estado para 2017.
A sentença - que responde a uma consulta feita pelo presidente - reitera que a Assembleia Nacional se encontra em "desacato" por dar posse a três deputados. Eles tiveram sua eleição suspensa, devido a uma ação por fraude apresentada pelo chavismo.
"Não há uma Assembleia Nacional, o que há é um fórum político que funciona em desacato", frisou Maduro.

Postado por Carlos PAIM